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Lampião


É um tipo de lanterna antiga, muito utilizada em explorações de cavernas no início do século XIX. O funcionamento era á base de água e carbureto, onde a mistura gera o acetileno (C2H2).

 


 

Tem o corpo metálico, possui um cilindro (inferior) para armazenamento do carbureto, outro superior, com um tubo para saída do gás acetileno até o queimador na ponta, coberto por um defletor. No cilindro superior é colocada água que goteja para o cilindro inferior, misturando-se com o carbureto, causando a reação química e gerando o gás acetileno, que subirá pelo tubo até ao queimador. Ainda no cilindro superior, há uma válvula que regula a pressão e volume de saída do gás até o terminal.

 

 

No final do século XVIII o norte americano Thomas Willson (1892) descobriu e patenteou um processo de baixos custos na produção de carbeto de cálcio, utilizando um forno (do tipo em arco para altas temperaturas) alimentado por uma mistura de cal e coque, necessária para a produção de carbureto.  Em 1895, Willson Thomas vendeu sua patente para a Union Carbide. Essa tecnologia fora usada na produção de energia, lanternas de bicicletas e o lampião de carbureto.

 

Publicado por: Museu do Crasto

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