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Cadeira


Peça de mobiliário constituída por um assento individual com costas e, por vezes, apoios para os braços.

 


 

As primeiras cadeiras surgiram à volta de 3000 A. C. no Egipto e eram feitas de madeira coberta por tecido ou couro, e decoradas com materiais preciosos como o ebáno e o marfim. Estas eram muito mais baixas do que as cadeiras modernas, tendo apenas 20 centímetros. Foram criadas com a adição de um encosto a um banco, sendo que apenas mais tardiamente se desenvolveram os apoios de braços. No entanto, as cadeiras eram posse quase exclusiva da aristocracia, tendo o cidadão comum de se contentar com o uso de bancos.

 

 

 
 
 

 

Os gregos inventariam no século V A. C. os klismos, que eram um tipo de cadeira com pernas e encostos curvos. Ao contrário dos egípcios, na sociedade grega a cadeira era comum ser utilizada por toda a população.

Os romanos inicialmente reservavam o uso das cadeiras (chamadas sella curulis) aos membros mais poderosos da sua sociedade, mas através do contacto com os gregos, não só adotaram o uso do klismos como também o uso deste pelas classes mais baixas.

Durante a Idade Média as cadeiras voltaram a ser um símbolo de estatuto social, sendo utilizadas pela nobreza e pelo clero. Com o Renascimento a cadeira novamente tornou-se mobiliário ao qual o povo podia aceder. A Revolução Industrial reduziu o custo de criação da cadeira, e como tal o seu preço de venda, permitindo a sua difusão pelas casas de quase toda a população.

As cadeiras possuem diversos tipos de design, existindo assim um tipo de cadeira para cada gosto, fornecendo-lhes um valor decorativo e estético para além do seu valor prático.

Publicado por: Museu do Crasto

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