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O ferro de engomar surgiu por volta do século XVII, trabalhando com brasas, gasolina e óleo. No século XIX surgiram ferros aquecidos por água quente, gás, álcool e eletricidade, sendo este último o protótipo dos ferros atuais. Patenteado em 1882 por Henry W. Seely, este ferro não viu muito sucesso inicialmente não só devido à grande maioria das casas não terem acesso a eletricidade, como também devido à incapacidade deste ferro controlar o nível de calor que emitia. Só em 1926, com o surgimento do ferro a vapor, é que existiu um ferro capaz de regular a sua temperatura, impedindo que as roupas fossem queimadas.
Mas antes do ferro de engomar existir, as pessoas tinham que alisar as suas roupas. Para tal os chineses desenvolveram uma taça metálica na qual era colocada carvão em brasa e que era manuseada por um cabo, um proto ferro de engomar, que seria adotada por inúmeras civilizações.
Atualmente, existem vários tipos de ferros de engomar, sendo os mais comuns o ferro de engomar a vapor, o ferro de engomar a seco, o ferro de engomar a vapor vertical e o ferro de engomar com gerador de vapor. O ferro de engomar a vapor possui um reservatório de água que se torna em vapor ao ser aquecido, auxiliando o processo de alisamento das roupas. O ferro de engomar a seco não possui um reservatório de água. O ferro de engomar a vapor vertical permite engomar roupas penduradas. O ferro de engomar com gerador de vapor possuiu um reservatório de água separado que quando aquecido produz vapor sobre pressão, o qual será libertado pelos orifícios na base do ferro, aumentando a eficiência deste.
Publicado por: Museu do Crasto