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O termo cocho tem origem no latim cochius, que significa “recipiente para alimentos”.
Um cocho pode ser fabricado a partir de diversos materiais, como madeira, metal, plástico ou betão, cada um com as suas vantagens e desvantagens. O cocho de madeira é um dos mais comuns, por ser durável, resistente e possuir bom isolamento térmico. Os cochos de metal e de betão são muito utilizados em regiões sujeitas a intempéries, devido à sua resistência, embora possam ser corroídos por sais minerais, o que limita o seu uso. O cocho de plástico destaca-se por ser leve e fácil de limpar, sendo frequentemente utilizado em explorações com elevada rotatividade de animais.
Existem regras a considerar na utilização do cocho. Quanto ao comprimento, deve ter entre 5 e 15 centímetros por animal no caso de consumo autorregulado, como sais minerais, e entre 30 e 50 centímetros por animal quando o consumo é preestabelecido, como nas rações. A largura deve permitir que os animais se alimentem ou bebam dos dois lados em simultâneo. A profundidade deve ser suficiente para conter uma quantidade considerável de comida ou água, sem dificultar o acesso ao fundo.
Os cochos devem ainda ser adaptados às diferentes espécies e tamanhos dos animais existentes na propriedade. Por exemplo, o cocho destinado aos suínos deve ser mais baixo do que o dos bovinos, de modo a facilitar o acesso. Naturalmente, deve ser colocado num local de fácil acesso para os animais.
Um cocho mal dimensionado ou desregulado pode provocar desvios no consumo alimentar, originando lotes de animais desuniformes.
Publicado por: Museu do Crasto